Posters de #euacredito pra quem ainda acredita.
Quem acredita em mim me segue no Twitter. Quem não acredita, segue o Teletube mesmo.
Posters de #euacredito pra quem ainda acredita.
Quem acredita em mim me segue no Twitter. Quem não acredita, segue o Teletube mesmo.
A galerinha mais descolada da internet quer você como novo integrante do Teletube. Mande qualquer coisa que você ache pertinente. Chamaremos isso de currículo. Seremos bons amigos.
Siga os passos:
1. Faça algo decente que tenha os padrões Teletube = nenhum kkk.
2. Envie para contatoteletube@gmail.com
3. se for tudo ruim, a gente não vai escolher ninguém kkkkk sério (kone diz)
4. Os melhores serão publicados. Os piores não. O critério é nosso e ele é duvidoso TÔ NEM AÍ.
5. Você tem que ter tempo livre.
6. Começará em Convidados e poderá ser promovido com o tempo, caso todos te amem.
7. Meu nome é Samara e tenho 7 dias para isso dar certo (rodrigo diz kkk)
8. A gente quer escolher alguém, mas não estamos obrigados em nenhum momento.
9. Eu concordo com tudo e vou enviar ()SIM ()NÃO
10. ai se tiver foto pelada facilita tudo kkkk ~~~~ (ENVIE TB) <– kone diz
11. ADENDO: se quiser mandar post motivacional, não entendeu clique aqui ou qualquer coisa copiada envie para bobagento@gmail.com. Crie algo. Tiopês sem graça é fator de exclusão.
12. ADENDO 2: Vocês têm 15 dias pra mandar.
13. ADENDO 3: Manda seu Twitter junto, caso a gente publique.
Segue o Twitter do Teletube, do B!, do Kone ou de QUEM VOCÊ QUER SEGUIR?
SPOILER SPOILER SPOILER SPOILER SPOILER SPOILER
Para quem não sabe, o final do filme Atividade Paranormal nos cinemas é diferente do baixado na internet. Pra quem quiser ver:
Poltergeist
Edward mãos de tesoura
Chucky – o brinquedo assassino
O exorcista
Freddy vs Jason
Poltergeist – a história de um queniano vencedor
301 dálmatas
A volta de Jack – O stripper
Sexta-feira 13 – happy hour
Edward mãos de cenoura
Honeyball
Chucky – O Brinquedo Gente Fina
O Ex-orcista
Fred vs Jeisão
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Se esse mesmo cara tivesse inventado o Twitter, não seria assim. Seria assim.
“FAÇA AMOR NÃO FAÇA GUERRA” – Miguel de Cervantes
“Há um Nietzsche dentro de todos nós” (Clarice Lispector)
É com essa frase que inicio essa busca interna pelo meu verdadeiro eu, pela minha manifestação mais intrínseca a mim mesmo. KKKKKKKKKK só zoação
O que quero dizer é que qualquer lugar que você procure, ELE ESTARÁ LÁ, firme e forte.
A forma mais comum dele se manifestar é na RINIETZSCHE! ATCHIBA!
Ai essa forma aparece muito em mim. Sinto NIETZSCHE dentro de mim tomando meu corpo (sem viadage) e aí eu espirro e ele continua em mim. E curto foda-se quem é sado eu sou + eu se você não é azar o seu
A segunda forma mais comum é a TENDINIETZSCHE.
Afffffffffff nem vou falar com que eu tenho isso porque senão fica feio pro meu lado…………………. dores.
Aí vem a adolescência né e a PAIXONIETZSCHE.
DESENHOS JAPONESES E TUDO MAIS QUE VOCÊ POSSA APROVEITAR PARA FICAR BEM APAIXONADO E BATER UMA BEM BATIDA DE MORANGO COM LIMÃO. Caipirinha QUE DELICIA
Se você não curte CARTOONS e adora GAMES sabe que no maior jogo deles todos ele aparece no NIETZSCHE FOR SPEECH!!!! Comprem.
MULHERES QUE ADORO? ESSA DO PAPEL DE PAREDE DO VIDEOGAME BAIXAKI! D+
Aí quando tudo se esclarece, você vê a vida com NIETZSCHE10
desculpa se você ainda tem uma CCE, mas aqui é LSD sony brava
:/
Queria agradecer ao Orkut.
Obrigado, Orkut.
Pra todo mundo que acha que eu sou um playboy que nasceu em berço de ouro, não tem a menor ideia do que passei nessa vida de meu deus. Eu não tive que cortar cana, carpir mato ou plantar bananeira porque eu moro na cidade. Se eu morasse no campo, pode ter certeza que eu seria o responsável por pegar a merda do cavalo.
Pra começar, nunca tive emprego fixo, trabalho fixo ou remuneração fixa. Curto ser nômade, andar por aí, conhecer novas pessoas… NÃÃÃÃO! Eu não curto nada disso. Só queria um mísero emprego fixo, com carteira assinada pra eu mostrar pra minha vó e dizer: “Tá vendo, Vó, trabalho no Programa do Gugu”. Como ela mal sabe ler e não tem ideia de que merda alguém faz em publicidade, é mais fácil dizer isso, porque ela é hiper fã do Loirinho e vai sentir orgulho de mim, garantindo meus R$30 reais de presente no Natal.
Mas como a situação tá difícil e ninguém tá afim de dar um emprego, então tô nem aí. Vou continuar acordando tarde, mesmo sendo um dos caras mais trabalhadores e batalhadores desse Brasil.
Minha carreira profissional começou logo cedo. Tinha um ótimo perfil empreendedor e pensava em ficar rico a curto prazo. Logo no meu primeiro emprego, fui boicotado por uma senhora que acabou com todas as minhas aspirações: minha mãe.
Eu gostava muito de tomar gelinho (geladinho, sacolé ou outros nomes que não sei), até porque é mais rápido, é mais jovem mesmo. Sem contar que era baratinho. Na época, custava 15 centavos os feitos com suco natural. Muito bons. Sem contar os gelões, que pareciam uma pica grossa e eram vendidos por apenas 25 centavos. Isso soou gay, relevem.
Pois bem. Diante do impasse de tomar muitos gelinhos, decidi produzir minha própria série para tomar, vender e ganhar uma grana. Comprava altos Ki-sucos (Tang? HAHAHA. Tang era o triplo do preço de um Ki-suco e eu, com pensamento voltado a negócios, queria maximizar meus lucros) para fazer os meus. Uva, Graviola, Framboesa, Morango… em média, 1 litro de ki-suco fazia 15 gelinhos. Como queria desbancar a concorrência, vendia meus gelinhos a 10 centavos, logo, 15 gelinhos a 10 centavos, iriam me render R$1,50 bruto. Tirando os 30 centavos do suco, minha mão de obra, luz, água, açúcar, os gelinhos que meu pai pegava… acho que dava pra ganhar uns 50 centavos a cada 15 feitos. Super grana. Dava pra comprar três mini-raias (pipa).
Como bom comunicador desde pequeno, coloquei uma plaquinha no portão anunciando que eu tinha entrado no ramo. Não demorou pra todos os meus vizinhos virem comprar e contraírem dívidas de 40 centavos, 60 centavos, o que me deixava extremamente puto. Porém, o que me deixou mais puto foi minha mãe. Ela ficou com vergonha da minha atitude empreendedora e arrancou minha plaquinha: “Para de ser besta. Dá todos esses gelinhos, não vai vender pra ninguém”. E saiu distribuindo pra quem quer que fosse minhas obras-primas-alimentícias. Noooooooossa. Sou um cara de muito bom coração, senão eu JAMAIS teria perdoado essa atitude dela.
Ok, mãe. Não quer que eu seja vendedor de gelinho, uma profissão honesta, digna, então vou fazer uns bicos na Páscoa. Pra vocês terem uma ideia, me tornei o maior responsável pelo faturamento de uma senhora que fazia Ovos de Páscoa. E qual era meu cargo? Vendedor de rifas. Em troca do meu trabalho, ela me dava um ovo igual ao que estava sendo rifado. Bem legal. Juro que conseguia vender 5 rifas de 100 números em uma semana. Eu era pequeno, “inocente” e todo mundo comprava. Uma pena que eles nunca souberam que eu era o maior fraudador da história das rifas. Conseguia fazer um esquema com a luminária que eu via o nome de quem ia ganhar antes. Em troca desse nome, oferecia a uma pessoa X por um preço mais elevado. Negócios são negócios. E criança quer sempre comprar algo útil, tipo… mais pipas.
Tive esse emprego temporário por uns 6 anos. Como eu mal ganhava Ovo de Páscoa dos meus pais/parentes, consegui alimentar minha família nesse período.
Já mais crescido, decidi que iria trabalhar com o que eu gostava de verdade: pipas. Eu gostava muito de empinar pipa (ainda gosto) e queria fazer os meus pra não ter que gastar comprando novos. Fui contratado no Cel Pipas pra fechar MINI-RAIAS, que são menores que as raias.
O pagamento variava de acordo com a produção. Para cada raião fechado, ele pagava 3 centavos e meio. Para cada raia fechada, ele pagava 2 centavos e meio. Já eu, um escravo cambojano, fechava as porras das MINI-RAIAS… e ganhava 1 centavo e meio por cada fechamento.
Eu já sabia fazer, tanto que achei que seria fácil. Fiz 600 pipas em 5 dias e pedi as contas, porque empinar pipa era bem mais legal do que fazê-las. Saldo final: 9 reais em uma semana e um sorriso de orelha a orelha por poder comprar todos os pipas que eu mesmo fiz. Tudo bichado, penso, torto, mas beleza, hehehe.
No ano seguinte, me arrisquei na pior profissão do mundo: ser estoquista na Handbook do shopping Center Norte (SP). Acho que não há algo pior e mais humilhante do que ficar procurando roupas para um bando de imbecis, só porque você ainda não tem 18 anos e não pode ser vendedor. Que desgraça. Trabalhava das OITO da manhã até as DUAS da manhã em regime semiaberto no período do Natal. Até os presos veem sua família no Natal… só eu que não comi peru porque tava trabalhando. Puta vida miserável. Ainda bem que era temporário, porque eu não ia aguentar mais de 1 mês naquele inferno.
Passado as babaquices infantis de tentar conseguir dinheiro para ir a domingueiras e matinês, entrei na faculdade e me conscientizei que dali pra frente só arrumaria trabalhos fixos. Quisera eu. O primeiro que arrumei foi um freelance para um bando de universitários de uma faculdadezinha meia boca para fazer direção de arte pro trabalho de conclusão de curso deles. Totalmente estressante, porque os animais não sabiam a diferença entre Pantone e CMYK.
Seguindo a linha, virei estagiário numa das melhores agências de São Paulo e consegui remuneração fixa por vários meses. Ufa! Até que enfim. Ganhar VR (vale-refeição) mensalmente parece um presente divino. Eu economizava muito no almoço para levar minha namorada pra ir jantar no final de semana com o santo VR. Salário de estagiário é triste. Nunca que eu ia conseguir bancar alguma coisa sem meu amado, idolatrado, lindo e fofuxo VR. Já que você pensou nisso, pobre é tua mãe.
Em paralelo à faculdade e aos estágios, criei 700 comunidades do Orkut que não me serviram pra bosta nenhuma, porque me recusei a ganhar dinheiro com propaganda pra não deixar “visualmente feio o layout”. Como sou imbecil. Muito imbecil.
Desisti de criar comunidades e passei a criar frases pra concursos culturais pela internet. Ganhei algumas coisinhas e consegui me sustentar com um prêmio que vendi.
Hoje sou considerado blogueiro. Cheguei ao fundo do poço.
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Não sei qual a opinião de vocês sobre o humor brasileiro, mas eu tenho a minha e digo que ele é involuntário. Achamos graça das pessoas que não nasceram pra fazer humor (o bom é que elas sabem perfeitamente disso), não sabem contar piadas e não fazem micagens para parecer que são engraçadas. Rimos da vergonha alheia e não de algo que é roteirizado para fazer rir. Ruth Lemos, Sonia Youtubil, Sônia Abraão ou Árveres somos nozes são exemplos do decadente humor brasileiro.
Foi-se o tempo em que achávamos bom um determinado programa de TV e virávamos fãs. O problema de tudo é a insistência na mesma fórmula. RockGol já foi engraçado, Pânico já foi engraçado, CQC já foi engraçado, Stand Up Comedy já foi engraçado… mas todos saturaram de tantas repetições. Por mais que você goste do tipo de humor, enche o saco ter que ver e rever as mesmas piadinhas de duplo sentido que meu tio faz num churrasco de família. Se já chegou no meu tio, a coisa tá feia, porque é algo que já perdeu a graça faz tempo.
Atualmente, rio mais DO stand up comedy do que COM stand up comedy. O interessante é ver que agora tudo é stand up. Todo mundo faz stand up, todos sabem fazer stand up, todos sobem no palco e falam de assuntos cotidianos com a formulinha trazida (e bem distorcida) pelo Seinfeld e difundida no Brasil pelo Clube da Comédia de SP. Chegamos a um nível ridículo em que se paga para assistir um “show” da Carol Zoccoli ou do Bruno Motta. Ambos são ridículos. Bate aquela vergonhazinha alheia de saber que eles fazem algo e chamam aquilo de humor.
Atualmente, ser apresentado a um “ELE FAZ STAND UP” (porque esses caras não tem designação… standupers?) é quase como se tivesse apresentando o Armando Nogueira para um jornalista. “PUTA MERDA, ENTÃO ELE FAZ STAND UP? ESSE CARA DEVE SER ENGRAÇADO PRA CARALHO!”. Que dureza ver quão triste a vida é.
E é curioso ver que todos aderiram a essa moda babaca. Tem gente que faz piada de duplo sentido infame, que, se contada em um palco, vira stand up. “O Robinho jogou enfiado no jogo-treino. Se o Richarlyson tivesse ali, ia sempre tomar bola nas costas HA HA HA”. Quanta sagacidade do humor. Essas piadas são tão escrotas que merecem um post à parte. “Jogar enfiado”, “bola nas costas”, “enfia por trás”, “quero quero com pica pau”, “entra com tudo” são argumentos de quem quer ser engraçado, mas que infelizmente não é. E isso é válido para CQC, Pânico e similares que aderiram ao script pré-definido para fazer perguntas sem graça e repetitivas.
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Deixando de lado o humor televisivo e invadindo a internet, temos a escola Antonio Tabet Produções de humor. Sério. Dá mais dó do que os Stand Up Lovers. Não é possível que alguém ainda veja graça em piadas com o Rubinho, com o Ronaldo, com o Richarlyson, com o Lula… Sério. Não é possível. Abaixo segue uma lista com sacadas geniais (alopração total):
Todo mundo sabe que o Ronaldo foi para um motel com travestis, que o Richarlyson não é dos caras mais machos, que o Rubinho sempre foi um mau corredor e que o Lula é um cachaceiro. Isso é notório. A exploração dessas figuras como forma de fazer humor é a mesma coisa que fazer piadas de loiras: todos já estão de saco cheio de tanta infâmia.
Não acho que o Antonio Tabet é um completo imbecil. Ele só o líder deles, até porque ele já é um tiozinho e essas piadinhas toscas são a cara de gente mais velha mesmo. Não o culpo. Só acho que o legado que ele deixou, com criaturas que se rebelaram contra o criador, veja você, e adsense maníacas são desprezíveis. Copiam a fórmula, o estilo, o humor, os vídeos “engraçados”, as piadas infames, as notícias da semana e ainda tem a cara de pau de usar o termo “kibar” para materiais copiados. Deveríamos usar bobagentar, pilandear, tretar e afins para dar um verdadeiro tapa na cara da blogosfera (que termo decadente) brasileira. Leave Kibeloco alone!
Fugindo um pouco do tema do texto, mas é que é curioso ver que quem faz algo engraçado na internet é citado (quando é citado, porque quase sempre nem isso acontece) nesses blogs em um corpo 3pt no final da página. E é aí que começa a indignação de quem ainda perde tempo com a internet. Esses blogueiros são tipo uma máfia estabelecida, porque não existe mais a “Gostei disso, POR FAVOR, posso publicar no meu blog?”. Já está mais do que definido que copiar o conteúdo alheio e por a fonte já são suficientes. Aí eu fico imaginando: você copia um livro inteiro, põe seu nome na capa… aí lá no fim do livro, num corpo 2pt, tem lá “via Machado de Assis”. Poxa, copiou e citou a fonte. Justíssimo. Vai vender, você vai ganhar dinheiro e, caso alguém pergunte, deixou bem claro que não foi você que fez.
Mas retornando ao assunto. Peraí. Voltei. Mas é rapidinho. William Bonner é a pessoa mais engraçada do momento. E meu tio disse que viu um blog chamado Teletube. Tudo bem, já perdemos a graça.
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Siga todos os Teletubes (só logar, não é vírus)
CLOSE NELE, VEJAM COMO ELE ESTÁ TENSO. ELE VAI ABRIR A PORTA DOS DESESPERADOS. ENTÃO VAI, VAI, VAI…
CAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAALMA!
VOCÊ NÃO QUER TROCAR DE PORTA?
É POR SUA CONTA E RISCO ENTÃO…
VAI NA PORTA 1?
VAI NA PORTA 2?
VAI NA PORTA 3?
VAI NA PORTA 4?
MÚSICA DE SUSPENSE… VAI COM TUDO, VAI, VAI… SÓ CLICAR, VAI, VAI, VAI..
EXCLUSIVO! EXCLUSIVO! EXCLUSIVO! Nós, do Teletube, conseguimos em primeira mão a prova que foi roubada do Ministério da Educação. Segue abaixo as perguntas do primeiro dia de prova (clique pra ampliar). Gabarito só depois do meio dia.
E isso só foi possível graças a mim (e meu Twitter), ao Danilo (e seu Twitter) e ao Daniel (e seu Twitter).
Referências bibliográficas:
Sério, isso existe. Fotografado pela @lughinato. Juro que tava do lado como prova.
Se quiserem, sigam meu twitter para dúvidas sobre receitas de bolo de cenoura na bíblia, conserto de zíperes duplos e estúdio para pintores judeus.